Não fazer inimigos
Agosto 28, 2007
*O sucesso consiste em não fazer inimigos – por Max Geringer****
Nas relações humanas no trabalho, existem apenas 3 regras :
Regra número 1: colegas passam, mas inimigos são para sempre. A chance deuma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxade 20% ao ano. Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta maiscobrar. Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável,não importa quanto tempo passe. Exemplo: se você estendeu a mão paracumprimentar alguém em 1997 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você aindase lembra disso em 2006.
Regra número 2: A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto aimportância de uma desfeita aumenta. favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo.Um dia, ele serácobrado, e com juros.
Regra número 3: Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que,durante algum tempo, parece um amigo. Muitas vezes, até parece o melhoramigo. mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego. Amigo é aquelapessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa.Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir algumacoisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender. Durante suacarreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigose apenas meia dúzia de inimigos. Estatisticamente, isso parece ótimo. masnão é. A “Lei da Perversidade Profissional” diz que, no futuro, quando vocêprecisar de ajuda, é provável que quem mais poderá ajuda-lo é exatamente umdaqueles poucos inimigos. Portanto, profissionalmente falando, e pensando alongo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos.Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos sãoexatamente aqueles que tem boa memória.
As Cinco Lições de Ouro
Junho 25, 2007
Lição Nº1 – Gestão do Conhecimento
Um homem está entrando no chuveiro enquanto sua mulher acaba de sair dele eestá se enxugando.
A campainha da porta toca.
Depois de alguns segundos de discussão para ver quem iria atender a porta a mulher desiste, se enrola na toalha e desce as escadas.
Quando ela abre a porta, vê o vizinho Bob em pé na soleira.
Antes que ela possa dizer qualquer coisa, Bob diz: “Eu lhe dou 800 dólares sevocê deixar cair esta toalha.”
Depois de pensar por alguns segundos, a mulher deixa a toalha cair e fica nua.
Bob então entrega a ela os 800 dólares prometidos e vai embora.
Confusa, mas excitada com sua sorte, a mulher se enrola de novo na toalha e volta para o quarto.
Quando ela entra no quarto, o marido grita do chuveiro “Quem era?”
“Era o Bob, ovizinho da casa ao lado.” – diz ela.
“Ótimo! Ele lhe deu os 800 dólares que ele estava me devendo?”
Moral da história:
Se você compartilha informações a tempo você pode prevenir exposições desnecessárias! !!
Lição Nº2 – Chefia e Liderança
Dois funcionários e o gerente de uma empresa saem para almoçar e na rua encontram uma antiga lâmpada a óleo.
Eles esfregam a lâmpada e de dentro dela sai um gênio.
O gênio diz: “Eu só posso conceder três desejos, então, concederei um a cada um de vocês”.
“Eu primeiro, eu primeiro.” grita um dos funcionários.
“Eu quero estar nas Bahamas dirigindo um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida!”Puf! e ele se foi.
O outro funcionário se apressa a fazer o seu pedido:” Eu quero estar no Havaí, com o amor da minha vida e um provimento interminável de pinas coladas!”Puf e ele se foi.
“Agora você” diz o gênio para o gerente.
“Eu quero aqueles dois de volta ao escritório logo depois do almoço.” – diz o gerente.
Moral da História:
Deixe sempre o seu chefe falar primeiro.
Lição Nº3 – Zona de Conforto
Um corvo está sentado numa árvore o dia inteiro sem fazer nada. Um pequeno coelho vê o corvo e pergunta:”Eu posso sentar como você e não fazer nada o dia inteiro?”
O corvo responde: “Claro, porque não?”
O coelho senta no chão embaixo da árvore e relaxa.
De repente uma raposa aparece e come o coelho.
Moral da História:
Para ficar sentado sem fazer nada, você deve estar sentado bem no alto.
Lição Nº4 – Motivação
Na África todas as manhãs uma gazela acordava sabendo que ela deveria conseguir correr mais do que o leão se quisesse se manter viva.Todas as manhãs o leão acordava sabendo que deveria correr mais do que a gazela se não quisesse morrer de fome.
Moral da História:
Não faz diferença se você é gazela ou leão, quando o sol nascer você deve começar a correr.
Lição Nº5 – Criatividade
Um fazendeiro resolve colher algumas frutas em sua propriedade, pega um balde vazio e segue rumo às árvores frutíferas.No caminho ao passar por uma lagoa, ouve vozes femininas que provavelmente invadiram suas terras. Ao se aproximar lentamente, observa várias garotas nuas se banhando na lagoa. Quando elas percebem a sua presença, nadam até a parte mais profunda da lagoa e gritam: nós não vamos sair daqui enquanto você não deixar de nos espiar e for embora. O fazendeiro responde: eu não vim aqui para espiar vocês, eu só vim alimentar os jacarés!
Moral da História:
A criatividade é o que faz a diferença na hora de atingirmos nossos objetivos.
Liderança
Maio 16, 2007
Liderança
Autor: Magnos Garrett Padilha
“Liderança é a influência interpessoal numa situação, por intermédio do processo de comunicação, para que seja atingida uma meta ou metas especificadas.”
Tannenbaum.
Ou seja, liderança é o poder de agregar pessoas, criando uma visão e fornecendo a motivação e as metas necessárias para atingi-la.
1. A Liderança está presente em diversas esferas como na:
- Política
“A dificuldade atrai o homem de caráter porque é enfrentando-a que ele se realiza.”
Charles de Gaulle
“Viver acorrentado é viver na vergonha.”
Fidel Castro
Como se diz na História, é a liderança que faz o mundo andar. O conceito de liderança enfatiza a capacidade de alguns indivíduos comoverem, inspirarem e mobilizarem massas populares, de forma a caminharem juntos na busca de um mesmo objetivo. Os grandes líderes transformam em objetivos próprios as emoções incipientes da massa, aproveitam as oportunidades de seu tempo, esperanças, medos, frustrações, crises, potencialidades. São bem-sucedidos quando os fatos preparam o caminho, quando a comunidade está esperando para ser mobilizada, quando podem oferecer idéias esclarecedoras e organizativas. A liderança liga o circuito entre o indivíduo e a massa, modificando, assim, a História.
Algumas vezes, a liderança está a serviço de fins dignos; outras não. Sendo assim, a liderança pode melhorar ou piorar a História. Alguns líderes têm sido responsáveis pelas loucuras mais extravagantes e pelos crimes mais monstruosos. Em contrapartida, outros têm sido vitais em conquistas da humanidade, tais como a liberdade individual, a tolerância racial e religiosa, a justiça social e o respeito pelos direitos humanos.
Os grandes líderes deixam sua marca pessoal nos anais da História.
“A crueldade impressiona. As pessoas querem ter medo. Desejam se submeter a alguém com tremor. As massas precisam disso. Precisam de alguma coisa para temer.”
Adolf Hitler
- Religião
O que seria das religiões sem seus Líderes, como poderia existir uma religião sem súditos?
São os líderes que agregam as pessoas e as fazem rumar para um objetivo comum.
“Meu esforço nunca deve ser o de diminuir a fé do outro, mas torná-lo um melhor seguidor de sua fé”.
Gandhi
- Esporte
O esporte coletivo ajuda a desenvolver liderança, pois dentro de um time todos têm de saber o seu papel e arcar com suas responsabilidades.
Em um time todos dependem de você e você depende de todos, sendo assim, para que o grupo tenha êxito ele deverá ser unido e cada um terá que desempenhar sua função da melhor forma possível e ajudar seu companheiro a fazer o mesmo.
- Área Administrativa
Hoje em dia, o bem mais precioso de uma empresa é a Informação. Como são as pessoas que lidam com a Informação, o foco principal para a obtenção dos resultados organizacionais não é mais a tecnologia, mas sim as pessoas. Por isso as empresas estão mudando a forma de gerenciar os seus colaboradores; o gerente, como alguém que dá ordens, está sendo substituído pelo líder professor, facilitador e mentor.
2. A necessidade da liderança nas empresas
Quando são necessárias mudanças em uma empresa, são necessárias pessoas com capacidade de liderança.
As organizações têm sido inundadas por uma onda de mudanças inimagináveis. Empresas antes invencíveis, com modelos inquestionáveis de excelência, atravessam graves dificuldades e, em muitos casos, repentinas mudanças na cúpula. Com o mercado cada vez mais dinâmico e a depreciação acelerada de seus produtos, as empresas estão tendo de mudar seus perfis de uma forma rápida para acompanhar a concorrência. E, à medida que se acelera a velocidade das mudanças no mundo dos negócios, a informação passa a ser transmitida com mais rapidez do que nunca. As constantes mudanças e turbulências no ambiente empresarial exigem mais comunicação e, conseqüentemente, maior habilidade para o repasse das mesmas. A facilidade de acesso e disponibilidade da tecnologia ajudam a criar ambientes atualizados e competitivos, mas a maneira como as pessoas se relacionam é fator indispensável para que haja convivência interpessoal. A comunicação interpessoal depende da atuação direta das pessoas com as pessoas. Por isso, os líderes precisam ter liderança para que possam cada vez mais deixar os seus colaboradores satisfeitos, inspirando ao pessoal confiança, respeito e espírito de equipe, sendo receptivos e levando adiante as melhores idéias, promovendo maior comprometimento e alcance dos objetivos.
Como o gerenciamento tende a trabalhar através de uma hierarquia formal e a liderança não, à medida que a mudança vai rompendo fronteiras, criando empresas mais achatadas e terceirizadas e gerando demanda por mais liderança, as tarefas gerenciais inserem as pessoas em redes de relacionamentos cada vez mais complexas. Onde o trabalho gerencial é, cada vez mais, tarefa de liderança, e como os líderes operam através de uma rede complexa de relacionamentos dependentes, o trabalho gerencial vem se tornando cada vez mais um jogo de dependência de outros, em vez de apenas poder sobre os outros.
3. Requisitos do Líder
Ser líder é dar o poder e as ferramentas necessários para que as pessoas possam atingir as metas almejadas na visão (mudanças).
O trabalho do líder envolve mais do que determinação. É preciso ter visão, comprometimento, comunicação, integridade, realidade e intuição. O líder é antes de tudo um visionário, pois se permite prospectar o futuro e se compromete a realizá-lo. O comprometimento gera responsabilidade, poder e confiança, fazendo com que as metas estabelecidas possam ser atingidas.
Outro fator importante na liderança é a comunicação, que significa manter as pessoas informadas, dando e recebendo feedback adequados, explicando decisões políticas com franqueza e transparência. O líder tem um papel preponderante como comunicador, devendo expressar de forma clara as crenças e os valores do ambiente em que atua. É preciso que transmita uma direção firme, envolvendo a todos numa causa única e criando um clima de confiança que permita a troca de feedback, promovendo um clima de cooperação em que a crítica é encarada como uma forma de crescimento interpessoal. A boa comunicação transmite mensagens claras, que concorrem para que as pessoas trabalhem produtivamente e de forma harmoniosa, sem incompreensões e interpretações equivocadas. Por isso, é preciso que o líder saiba lidar com situações em que é necessário o levantamento de informações adequadas e fidedignas para que possa tomar decisões acertadas.
Para ser um líder, é necessário desenvolver atitudes e habilidades que auxiliem na condução de um grupo de pessoas, buscando tomar decisões e ações acertadas, tendo em mente objetivos orientados para resultados. Para tanto, uma inteligência privilegiada não basta. É necessária a combinação com outras qualidades pessoais, como espírito democrático, ter gosto em trabalhar com as pessoas, pois ele terá de agir de uma forma natural e espontânea; devendo ter caráter, carisma e muita paciência para ouvir e compreender os problemas das pessoas e da empresa. Deverá ser flexível de modo a estar acessível a todos e saber lidar com as diferentes personalidades e estereótipos. O líder deve ser amigo de seus colaboradores, conseguindo assim realmente saber o que está acontecendo. Como o líder é o agente facilitador da empresa, é muito importante que ele conheça o que tem de ser feito, para quando e maneiras de fazê-lo, inspirando, assim, confiança e competência técnica. Deverá também ter ciência das habilidades e dificuldades das pessoas com quem tem envolvimento.
O líder deve ser imparcial, não podendo favorecer as pessoas pelo grau de afinidade ou amizade, mais sim pelo grau de interesse e participação no desenvolvimento da atividade. O líder deve ter muita maturidade, pois lida com pessoas e pessoas esperam ser tratadas com dignidade e respeito.
Mas mesmo assim, apenas essas qualidades e habilidades não o tornam um líder, ainda falta o mais importante; um líder tem de ter seguidores e para isso é necessário que ele tenha credibilidade, ele tem de gostar, acreditar e fazer o que diz. Como nós poderemos seguir uma pessoa na qual não acreditamos?
- Liberar o potencial de cada indivíduo
O líder deve reconhecer e estimular as aptidões dos seus colaboradores, pois o diferencial de cada indivíduo é o potencial do mesmo, estimulando, assim, o diferencial de competitividade da própria empresa e preparando esta para melhor atender os seus clientes.
- Ouvir e Ensinar
A atenção e percepção sobre as necessidades das pessoas são fatores fundamentais para o líder. Muitos problemas podem ser identificados por quem escuta com atenção. Portanto, o líder deve ouvir com interesse a verdade do colaborador, especialmente quando esta opinião for diferente da sua.
O líder deve estar sempre procurando aprender coisas novas, buscando, assim, o seu desenvolvimento, agregando cada vez mais conhecimento, a fim de repassá-lo a seus colaboradores, para que nunca retenha o seu conhecimento com medo que seus ensinamentos possam ser uma ameaça para si próprio (tenha medo de ser superado).
- Orientar as pessoas
As pessoas, quando passam por um processo de mudança, naturalmente tendem a resistir a um novo paradigma, por inúmeros motivos. O principal deles é o desconhecido, que afeta a rotina já estabelecida, e o aprendizado de coisas novas, que poderá interferir em sua “zona de conforto” e na acomodação a uma situação já conhecida.
O líder precisa ter argumentações persuasivas que direcionem para a aceitação de novos paradigmas, diminuindo resistências e conduzindo esforços para que um novo modelo possa ser desenvolvido e implementado, de acordo com os objetivos traçados.
- Compartilhar Responsabilidades
Ao compartilhar as responsabilidades, o líder está criando uma cultura de liderança fazendo com que os colaboradores encontrem desafios significativos e tenham a oportunidade de correrem riscos, de aprenderem com vitórias e fracassos e saberem o quanto as suas responsabilidades afetam o grupo, tornando-os mais participativos e interessados; como eles têm um envolvimento na tomada de decisões, o trabalho se torna mais importante, pois isto dá aos colaboradores um senso de controle.
Tal procedimento mostra-se essencial para o desenvolvimento de uma ampla gama de perspectivas e habilidades de liderança. Oferece também uma lição a respeito da dificuldade da liderança e seu potencial para gerar mudanças.
- Incentivar as pessoas para o Autodesenvolvimento
A segurança pessoal e profissional vem do conhecimento daquilo sobre o que cada um tem maior interesse e aptidão. Cabe ao líder direcionar o indivíduo à realização de atividades que lhe tragam satisfação e que possam atingir seus objetivos.
- Saber reter talentos
O líder, além de estimular o constante desenvolvimento de seus colaboradores, deve também buscar condições para que os mesmos sejam mantidos na empresa, estimulando suas trajetórias como profissionais, reforçando positivamente os comportamentos desejados e estimulando cada vez mais a busca da aplicabilidade de seus conhecimentos.
4. Líderes X Gerentes
As pessoas dizem “liderança”, mas descrevem “gerenciamento”, falam apenas de um estilo de comando, fazem discursos sobre como mais de um líder cria o caos. Quando indivíduos capazes fazem tais observações, temos um sinal claro da necessidade de uma melhor compreensão do que os líderes realmente fazem.
Sem clareza quanto ao sentido de liderança, as pessoas não podem desenvolver as habilidades corretas. O treinamento concentra-se nas questões erradas. Às vezes, a pessoa errada é promovida. Acima de tudo, pessoas talentosas não conseguem realizar ações adequadas no trabalho. Gerenciam a mudança sem oferecer liderança. Gerenciam pessoas sem inspirá-las a lidar com circunstâncias difíceis.
A palavra líder tem recebido novos atributos e está começando a ser empregada em um novo contexto. Sempre que ouvimos esta palavra pensamos em alguém que detém todo o poder, que, sozinho, toma todas as decisões, dá ordens e é o ser designado por Deus para punir os seus subordinados.
No entanto, em algumas organizações, o líder é visto como aquele que “conhece caminhos” e faz com que todos os seus seguidores encontrem o caminho e o percorram da melhor forma possível.
Em algumas situações, pessoas com espírito de liderança são mal vistas e até temidas, pois representam uma ameaça para seus superiores, que só ocupam cargos de chefia pela falta de ética ou comodismo administrativo de algumas empresas.
Em vez de estimular e incentivar a liderar e a aprender com erros e acertos, as empresas, com muita freqüência, não só ignoram o potencial para a liderança como não oferecem treinamento relevante, nem modelos de papéis, além de punir os que cometem pequenos erros ao tentar liderar.
Definimos nesse tópico líderes como pessoas que possuem liderança e gerentes como pessoas que possuem cargos de poder (líderes autoritários).
- Líderes criam novos líderes. Gerentes criam subordinados.
- Líderes agem pela inspiração. Gerentes agem através do controle.
- Líderes criam visões e estratégias. Gerentes criam agendas contendo planos.
- Líderes distribuem o poder. Gerentes detêm o poder.
- Líderes conquistam. Gerentes mandam.
- Líderes não ficam estacionados no escritório; exercem suas funções visitando constantemente o local de trabalho de seus funcionários. Gerentes só se sentem bem em seus escritórios.
- Líderes chegam cedo e ficam até mais tarde. Gerentes entram tarde e usualmente saem na hora certa.
- Líderes ouvem com atenção. Gerentes são bons somente em conversar.
- Líderes são simplistas em relação aos valores da empresa. Gerentes são bons ao demonstrar que comandam todas as complexidades.
- Líderes estão sempre disponíveis. Gerentes são de difícil acesso para quem vem do escalão inferior.
- Líderes são amáveis. Gerentes são amáveis para os superiores; exploram o resto.
- Líderes são humildes. Gerentes são arrogantes.
- Líderes enfrentam problemas desagradáveis. Gerentes servem-se de evasivas artificiosas.
- Líderes são persistentes. Gerentes persistem somente quando seus próprios “valores” estão em jogo.
- Líderes simplificam (fazem com que pareça fácil). Gerentes dificultam (fazem com que pareça difícil).
- Líderes conhecem as pessoas pelo nome. Gerentes não sabem os nomes das pessoas.
- Líderes são sistemáticos e gozam de credibilidade junto aos colaboradores. Gerentes são imprevisíveis; dizem aquilo que pensam que os outros querem ouvir.
- Líderes admitem seus próprios erros; confortam os outros, quando estes os admitem. Gerentes jamais cometem erros; põem a culpa nos outros; dão início a uma “caça as bruxas” para identificar os culpados.
- Líderes são independentes de cargo. Gerentes só são o que são pelo cargo.
- Líderes crescem com o grupo e com o andamento do mesmo. Gerentes crescem com o poder adquirido e com o resultado.
- Líderes usam de franqueza. Gerentes agem com reserva.
- Líderes dão incentivos a quem vem de dentro. Gerentes estão sempre procurando alguém fora da empresa.
- Líderes possuem escritórios simples. Gerentes possuem escritórios exuberantes.
- Líderes pensam existirem pelo menos outras duas pessoas na empresa que seriam bons substitutos. Gerentes têm absoluta certeza de que não há ninguém sequer remotamente parecido com ele na folha de pagamento.
- Líderes visualizam os erros como oportunidades para aprenderem. Gerentes visualizam os erros como ofensas merecedoras de punição.
- Líderes fazem “trabalho pesado”; se for preciso, carregam pedras. Gerentes pensam que estão acima disso.
- Líderes acreditam nas pessoas. Gerentes só acreditam em palavras e números no papel.
- Líderes delegam a outro a execução por inteiro de tarefas importantes. Gerentes reservam para si mesmos as decisões finais.
- Líderes elogiam. Gerentes criticam destrutivamente.
- Líderes fazem todos os colaboradores crescerem construtivamente. Gerentes estão preocupados em detectar as falhas.