Enquete

Outubro 25, 2007

Com o intuito de melhorar a qualidade deste blog, estou colocando uma enquete para votação de vocês, meus queridos leitores, para que elejam o que querem ver publicado aqui, no Pokimditudo. A enquente encerra no dia 01 de Dezembro, e a partir daí, estarei fazendo o possível para postar justamente o que foi mais votado.
Abraços e boas votações!!!

Veja meu Slide Show!

Outubro 23, 2007

Tentei criar um desses slide shows e não é que deu certo. O resultado é esse que tá aí em cima.

Desmanche

Outubro 17, 2007

recebi este texto sem autoria….

DESMANCHE

Sinceridade: não sou do tipo que chama atenção pelo porte físico ou coisa parecida. Já passei dos quarenta, meus cabelos me abandonaram há uns 07 ou 08 verões e minha protuberante barriga denotam o grande sucesso que tive na arte de comer e beber. Minhas rugas procedem da total falta de credibilidade em protetor solar (esse troço não é coisa de homem sério!) aliada a centenas de noites que fiquei se dormir na expectativa de não ir para casa sozinho.
Bom. Esse sou eu.
Ainda bem que para caras como eu (porra! Tem um monte desses pôr ai) existem os desmanches.
O que é um desmanche?
Sinceridade: Na mesma proporção de caras como eu, existem mulheres com características semelhantes. Se não são carecas, tem cabelos mal cuidados, se a barriga não é tão grande quanto a minha, tem lá aquela coisa instalada ali na frente. Ruga então?! Puta que pariu! Não quero falar disso.
Voltando ao assunto, um desmanche é um local onde se tem música, bebida, um globo vagabundo rodando no teto, banheiro mal cuidado, etc. O local tem que ser escuro porque, sinceridade: Com muita luz acho que ninguém “pegaria” ninguém.
A balada que sempre vou (não vou chamar de desmanche as mulheres se ofendem pois a quem diga que estes locais tem estes nomes porque as “princesas” que freqüentam o local desmancham em um toque) fica perto da minha casa, pois não tenho carro e, se arrumo alguma coisa dá para ir a pé até o meu apartamento.
Coloquei minha roupa de passeio, quinzão no bolso (cinco para entrar e o resto para beber e comer um cachorro quente na hora de ir embora) e fui para a caçada.
Dancei forró, pagode, lenta (não sei nem como se chama hoje em dia estas músicas de se dançar juntos eu falo lenta e acabou!) como umas dez mulheres diferentes.
Já passava das quatro da madruga, eu já num prego do cacete, achando que ia Ter de acabar mais uma noite sozinho, deparei-me com uma gata.
Não fui agraciado com beleza mas…papo… bom. Papo eu tenho.
Aproximei -me. Era um loira com uma calça preta com listas amarelas (estas calças de ir em academia) uma bota que imitava coro de cobra, um salto bem alto, o cano da bota ia até os joelhos o que dificultava um pouco os movimentos da “mocinha”. Sua blusa era toda cheia de umas coisas brilhantes (não sei o nome destes troços) bem vermelha. Não sei se é moda, mas, tudo bem, eu não tava procurando ninguém para ser modelo e sim tirar o meu atraso.
Encostei do lado e comecei a jogar meu charme.
Sinceridade: Nem precisei conversar muito. Cinco minutos de conversa e já aceitou ir até minha casa. Eu também aceitaria no lugar dela pois, o primeiro ônibus que ia até a direção da sua casa só passaria a partir das sete horas.
Fomos caminhando até meu apartamento. Quando passávamos por luzes fortes podia ver com mais clareza seu rosto.
Amigos: Se você tem menos de dezesseis anos e ou estômago fraco aconselhointerromper a leitura a partir deste momento pois daqui para frente a coisa começa a ficar quente.
Tinha mais rugas que meu saco, já não sabia se era loira ou morena. Quero dizer era morena pois o cabelo estava do ombro para baixo loiro e para cima moreno. Segundo ela, a próxima grana que ganhar de diarista vai dar um jeito no cabelo.
Sinceridade: A dona era até gostosa mas feia pra caralho mas, porra! Eu não queria ela para bater foto, além do mais não aguentava mais ficar só na punheta. Precisava comer uma mulher, nem que fosse ela.
Abri a porta do meu apartamento e já fui beijando e socando a mão em tudo quanto é lugar, aí, como toda mulher faz, começou – Para com isso! Que é que vocë tá pensando!? – Tudo bem. Todos nós passamos por isso, até as feias tem direito àquelas frescuras do início.
Dei mais um beijão e já coloquei a mão no bolso e peguei umas balas.
Compreensível: Quatro horas da manhã, fumando, bebendo, qualquer um fica com bafo na boca.
Como toda mulher que você põe no carro ou leva para seu apartamento (até as feias são assim!!) já começou com aquele papinho – Acho que está na hora de ir embora – Puta que pariu, a gente tem que passar por isso.
Tudo bem, tô ali de pau duro prontinho e tem que Ter esta fase!!
Bom fiz minha parte: Conversava um pouco, beijava um pouco, passava a mão, pegava a mão dela e colocava em cima da minha calça, sabe como é, todo aquele ritual básico.
Passados longos dez minutos desta interminável lenga lenga, a Marta (este não é o nome real mas vamos deixar como se fosse), deixou eu tirar sua blusa.
Quando tirei a blusa encontrei um enorme obstáculo: estas cintas que apertam o corpo para tampar um pouco a gordura. Tirei aquele troço.
Meu Deus!! Sinceridade: O cheiro que saiu dali de baixo, se minha tara não fosse do tamanho do Pão de Açúcar, eu teria brochado, mas achei até compreensível afinal, ficar a noite toda dançando com aquele negócio quente enrolado no corpo, não podia dar em outra coisa.
Passados uns cinco minutos meu nariz já havia se acostumado com o cheiro.
Pra quem já tinha beijado a boca fedendo a cigarro, um CC não ia matar.
Tirei o corpete (foi assim que ela chamou o negócio) e comecei a chupar os peitos. Tava meio salgado, quero dizer, tava bem salgado, mas, vamo lá, era para comer mesmo! Que mal tinha estar temperado?!?!
Fiquei ali chupando aquela coisa flácida por uns cinco minutos até que finalmente a Marta pegou no meu pau. Tinha, finalmente, quebrado a barreira entre o – acho que vou embora e o acho que vou te dar. Começamos então a fase final. Ela com a mão no meu pau e eu com a mão na sua xoxota (fica bonitinho este nome!!).
Não deu dois minutos de dedinho e já veio com aquela outra famosa – Eu quero! Eu quero! – como se não quisesse desde o começo mas, tudo bem, respeito. Se não respeita, fica com fama de insensível e…bom, deixa para lá, vamos ao que interessa.
Como todo bom cavalheiro, tirei a mão de lá e coloquei no nariz para “reconhecer o gramado”.
Sinceridade: Minha sorte que meu pinto não tem nariz, se tivesse acho que não encararia a parada.
Começamos a nos despir. Fui abaixar sua calça e me deparei com as botas: Preciso comentar do cheiro que saiu de dentro das botas??? Se tivesse lugar, poderia jurar que ela escondeu um gato morto em cada pé. Pensei em dar a primeira tomando um banho, talvez melhorasse um pouco as
condições. Fomos até o banheiro e, para variar, estava sem água.
Sinceridade: Tava louco para dar uma trepada. Meu pau já tava ardendo, as bolas começando a doer…Comi ali mesmo dentro do banheiro (Sim. Usei camisinha!!!).
Comecei sentado na privada, depois encostei a Marta na parede do banheiro e peguei ela por traz. Pra não gozar muito rápido, fiquei contando quantas bolas de celulite ela tinha na bunda.
Quando chegou na vinte e cinco, ela pediu para mudar de posição, eu estava tão empolgado com a minha estatística que nem percebi que ela batia a cabeça na parede com força e acho que já tava machucando. Fomos para o corredor do apartamento (no banheiro não tem espaço para ficar deitado). Dei umas bombadas ali e fomos terminar na cama.
Dei aquelas gozadas de arder o canal. A Marta disse que gozou três vezes!!! (quem será que está mentindo eu ou a Marta???)
Depois que gozei, tirei a camisinha, dei aquela confirida para ver se estavam todos ali, amarrei a ponta e joguei no lixo.
Entrei então naquela parte conhecida pelos homens como o cúmulo da eternidade (Cúmulo da Eternidade: Os minutos entre depois que você goza e a hora em que você leva a mulher embora).
Sinceridade: Com pinto mole não há a menor possibilidade de encarar a Marta!!! Já nos preparativos finais para ir embora disse que estava com fome. Meus quinzão já tinham ido para o espaço (As balas não foram de graça!!).
Perguntou se não podia pedir uma pizza ou comer um cachorro quente. Para não ficar feio para minha cara, ofereci-lhe para fazer algo para comermos. – Nossa que romântico!!!- Pronto! Só faltava a baranga achar que gostei dela!!!
Fucei os armários e achei um Miojo. Na geladeira tinha uma destas latas de molho pronto de tomate que fazia uma semana que estava lá. Fiz a gororoba. Tinha uns dois ou três tomates que só parti em quatro e coloquei junto para tirar aquele ar de anemia do prato.
Sentamos e comemos. Comi pouco, a Marta acho que fazia uma semana que não comia.
Não deveria Ter colocado aquele molho. A Marta comeu um monte e começou a passar mal. Ficou com dor de barriga.
Fiquei com um pouco de dó dela. Dar uma cagão na casa de alguém que você acaba de conhecer, não é o “sonho” de nenhuma mulher.
Lá foi a Marta . Quase seis horas da manhã, nenhum barulho na rua, a porta do banheiro não fecha direito.
Sinceridade: Nunca uma mulher tinha ido ao banheiro perto de mim (para cagar!) e logo na estréia tive direito a show de efeitos sonoros.
Aquele barulho de quando você acelera uma motoca velha, denunciava e forma “lïquida” que a coisa tava vindo.
Minha TV queimada, o rádio meu irmão havia pego emprestado. Tive que ouvir a sinfonia do começo ao fim.
Ouvi quando ela tentou puxar a descarga (estava sem água, lembra???), quando tentou abrir a torneira para lavar a mão, ambos sem sucesso. Veio então nossa heroína daquela batalha que achei não Ter mais fim. Foram quinze minutos de barulhos de motoca e de água escorrendo.
Ela saiu do banheiro deixando lá toda a sua obra, deu uma cheirada na mão, esfregou-as e me abraçou.
Eu sabia que o cheiro que eu estava sentindo era do banheiro mas, eu tinha a sensação de que vinha da sua boca.
Dei-lhe minhas últimas balas. Aquelas mãos passando em meu rosto como quem quer fazer um carinho, não sei quanto tempo poderia aguentar.
Pegou no meu pau de novo, viu que estava mole e disse:
- Vou levantar o bebê de novo. (bebê???)
Abaixou minha calça e começou a me chupar.
Sinceridade: Uma boquete é sempre uma boquete. O danado mesmo com todo aquele cheiro de enxofre no ar (ele não tem nariz, lembra???) ficou em pé de novo.
A moça então resolveu escancarar:
Começou a fazer um streap (nem sei escrever isso!!).
Preferia a boquete mas, tudo bem, vamos respeitar o ritual, para não parecer insensível. A sala estava meio escura e ela, achando que estava realmente me agradando com aquelas incontáveis bolas de celulite (tinha parado na 25 lembra???),acendeu a luz.
Quando tudo ficou mais claro olhei para aquela bunda e pensei: Puta que pariu, a gorda tem um monte de espinha na bunda para ajudar. Na verdade para meu espanto ou alívio (já não sabia mais o que pensar) não eram espinhas. Eram algumas sementes do tomate que coloquei na macarronada.
A desinteria deve Ter escorrido por toda sua bunda e papel higiênico não limpou tudo que podia e elas ficaram por ali grudadinhas.
Peguei minha cueca, dei uma cuspida, limpei em volta e comi a Marta de novo.
Sete horas da manhã a Marta pegou o ônibus e foi embora.
A água voltou as dez horas. Não quero mais tocar neste assunto.

Autor desconhecido

Cartão de Visita

Outubro 17, 2007

Cartão de visita

Fato ocorrido em 1892, verdadeiro e integrante de biografia.
Um senhor de 70 anos viajava de trem tendo ao seu lado um jovem universitário, que lia o seu livro de ciências.
O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta.
Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia e estava aberta no livro de Marcos. Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:
- O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?
- Sim, mas não é um livro de crendices. É a Palavra de Deus. Estou errado?
- Mas é claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a História Universal.
Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia da religião. Somente pessoas sem cultura ainda crêem que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso.
- É mesmo? E o que pensam e dizem os nossos cientistas sobre a Bíblia?
- Bem, respondeu o universitário, como vou descer na próxima estação, falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que eu lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência.
O velho então, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó e deu o seu cartão ao universitário.
Quando o jovem leu o que estava escrito, saiu cabisbaixo sentindo-se pior que uma ameba. No cartão estava escrito:

Professor Doutor Louis Pasteur,
Diretor Geral do Instituto de Pesquisas Científicas da Universidade Nacional da França.

Bolo de Café com Cachaça

Outubro 17, 2007

Não sei se fica bom, mas vale a pena tentar…

Bolo de café com cachaça
Ingredientes:
BOLO:* 200 g de farinha de trigo* 200 g de açúcar* 6 ovos
COBERTURA:* 400 g de chocolate em barra* 300 g de creme de leite* 300 g de açúcar* 10 g de margarina* 10 g de café solúvel
RECHEIO:* 30 g de chocolate em pó* 1 lata de leite condensado* 25 g de margarina* 25 g de café solúvel
CALDA DE CACHAÇA:* 250 ml de água filtrada* 100 g de açúcar* 100 ml de cachaça
MARSHMALLOW:* 5 claras de ovo* 600 g de açúcar* 300 ml de água* 30 g de café solúvel

PREPARE O BOLO ASSIM:* Bata os ovos com o açúcar até obter um creme homogêneo;* Misture a farinha levemente;* Asse em forma untada e farinhada, a 200º C, por 20 minutos.
PREPARE A COBERTURA ASSIM:* Derreta o chocolate em banho Maria;* Acrescente a margarina, o açúcar, o creme de leite e o café solúvel.
PREPARE O RECHEIO ASSIM:* Misture tudo e leve ao fogo para dar o ponto.
PREPARE A CALDA DE CACHAÇA ASSIM:* Leve a água e o açúcar ao fogo até ferver;* Retire do fogo e acrescente a cachaça.
PREPARE O MARSHMALLOW ASSIM:* Faça uma calda com a água e o açúcar em ponto de voar e reserve;* Bata as claras em neve;* Adicione a calda às claras batidas, bata bem e aromatize com café solúvel.

Recebi por e-mail, não sei se é verdade. Se for, o cara realmente merece DEZ. Se não for, quem escreveu também merece DEZ, pela imaginação.

Assunto: Imaginação é a alma do negócio
Engenharia Química da UFBA
Pergunta feita por Professor da matéria Termodinâmica, no curso deengenharia química da UFBA em sua prova final. Esse Professor é conhecido por fazer perguntas do tipo ‘Por que os aviões voam?’ em suas provas finais. Sua única questão, nessa prova, foi: ‘O inferno é exotérmico ou endotérmico?Justifique sua resposta.’
Vários alunos justificaram suas opiniões baseadas na Lei de Boyle ou em alguma variante da mesma.
Um aluno, entretanto, escreveu o seguinte:
‘Primeiramente, postulemos que o inferno exista e que esse é o lugar para onde vão algumas almas. Agora postulamos que as almas existem, assim elas devem ter alguma massa e ocupam algum volume. Então um conjunto de almas também tem massa e também ocupa um certo volume. Então, a que taxa as almas estão se movendo para fora e a que taxa elas estão se movendo para dentro do inferno? Podemos assumir seguramente que, uma vez que uma alma entra no inferno, ela nunca mais sai de lá. Por isso não há almas saindo. Para as almas que entram no inferno, vamos dar uma olhada nas diferentes religiões que existem no mundo e no que pregam algumas delas hoje em dia.Algumas dessas religiões pregam que se você nãopertencer a ela, você vai para o inferno… se você descumprir algum dos 10 mandamentos ou se desagradar a Deus você vai para o inferno. Como há mais de uma religião desse tipo e as pessoas não possuem duas religiões, podemos projetar que todas as almas vão para o inferno. A experiência mostra que pouca gente respeita os 10 mandamentos. Com as taxas de natalidade e mortalidade do jeito que estão, podemos esperar um crescimento exponencial das almas no inferno. Agora vamos olhar a taxa de mudança de volume no inferno. A Lei de Boyle diz que para a temperatura e a pressão no inferno serem as mesmas, a relação entre a massa das almas e o volume do inferno deve ser constante. Existem, então, duas opções:1) Se o inferno se expandir numa taxa menor do que a taxa com que as almas entram, então a temperatura e a pressão no inferno vão aumentar até ele explodir, portanto EXOTÉRMICO. 2) Se o inferno estiver se expandindo numa taxa maior do que a entrada de almas, então a temperatura e a pressão irão baixar até que o inferno se congele, portanto ENDOTÉRMICO.Se nós aceitarmos o que a menina mais gostosa da UFBA me disse, no primeiro ano: ‘Só irei pra cama com você no dia que o inferno congelar’, e levando-se em conta que AINDA NÃO obtive sucesso na tentativa de ter relações amorosas com ela, então a opção 2 não é verdadeira. Por isso, o inferno é EXOTÉRMICO.’ O aluno tirou 10 na prova.

Delícia de Tapioca

Outubro 17, 2007

Continuando com a série de receitas, ai vai uma da terra sergipana (recebi por e-mail do Elvandir, do Grupo Cacupe)
Não fiz, mas só pelos ingredientes acho que deve ficar muito bom.

DELÍCIA DE TAPIOCA

INGREDIENTES:
12 grs de gelatina incolor200ml de leite de coco1 lata de creme de leite1 lata de leite condensado1 coco ralado2 litros de tapioca1/2 litro de leiteAçúcar à gosto

Como fazer:Bata no liquidificador o leite de coco, creme de leite, leite condensado e metade do coco ralado. Ponha a tapioca de molho no leite com uma pitada de sal e um pouco da mistura do liquidificador; hidrate e dissolva a gelatina conforme a embalagem. Misture todos os ingredientes e coloque em vasilha molhada. Leve pra gelar até endurecer. Enfeite com tapioca e o restante do coco.
P.S- Se preferir, pode espalhar, por cima, uma camada de geléia de sua preferência e depois enfeitar. (Na receita da foto foi usada geléia de cupuaçú).
Rendimento: 12 a 15 porções
Valor gasto em média: R$15,00

Troco de R$0,10

Outubro 17, 2007

Preocupada com a quantidade de palavrões que o Joãozinho dizia, a mãe
Decidiu pedir ajuda ao pastor DA igreja. O pastor deu o seguinte conselho:
- Leve este caderno e anote cada vez que seu filho disser um palavrão. No
Final do mês, desconte dez centavos por palavrão DA mesada do menino e OS
Doe para a igreja”. No final do m~es, o pastor foi visitar a família e a
Primeira coisa que fez foi chamar o Joãozinho e conferir o caderno. Contou
OS palavrões e disse:
- Meu filho, você proferiu 99 palavrões esse mês! Isso é terrível. Sua mãe
Vai descontar R$ 9,90 DA sua mesada.
- Vamos acertar logo isso – disse o menino.
Sem esconder a irritação Joãozinho tirou uma nota de R$ 10,00 do bolso e a
Entregou ao pastor.
- Mas eu não tenho R$ 0,10 de troco …
- Então, o senhor vai tomar no cú e FICA tudo certo

Origamis incríveis

Outubro 16, 2007

Pra quem gosta de origami, como eu, vai achar isso muito interessante. Ainda chego lá!!!

http://dailymotion.alice.it/video/x17t2r_origami-incredibile_news

Cuidado com os e-mails

Outubro 16, 2007

Recebi por e-mail, procurei o link e taí, um excelente texto pra vocês.

Cuidado o e-mail pode ser seu inimigo
Incorporado ao nosso cotidiano como o pão com manteiga, o e-mail revela-se pouco a pouco, tão perigoso quanto manter relações intimas com o inimigo.
Apresentado como aproximador de distâncias e facilitador de processos, o e-mail deixa rastros e portanto, pode ser um risco para os desavisados.
A maioria de nós, não percebe que essa modalidade de comunicação pode ser usada, se necessário, como prova do que pensamos ou como agimos em determinado momento.
Os e-mails podem ser até requisitados pela justiça como prova, contra ou a favor, da pessoa que escreveu.
É isso mesmo, qualquer pessoa, pode ter seus e-mails abertos, pelo provedor, através de pedido judicial, para comprovar má conduta.
Até aí tudo bem, mas quem por acaso cruzou o caminho da pessoa, mesmo sem saber, também entra na jogada.
Na semana passada, uma amiga foi convocada, pelo clube que freqüenta, para explicar sobre alguns e-mails trocados, com um sócio de moral e ética bastante duvidosas.
Com os e-mails reproduzidos na mão, foi solicitada “delicadamente”, a explicar sobre o conteúdo das mensagens.
Imagine só o susto, ao ver, ali impressos, e-mails trocados há dois anos. Embora nada comprometedores, a violação da privacidade dela, estava alí escancarada.
Surpresa e depois revoltada, minha amiga teve que aceitar o fato de que apesar de se sentir invadida, o procedimento estava amparado pela lei.
Dá para acreditar, você escreve para alguém e depois de um tempo, tem que explicar por que escreveu aquilo?
Por isso, é que o e-mail deve ser levado muito a sério, mesmo os mais bobinhos, os apaixonados e os que falam só sobre o trabalho.
O e-mail serve como prova de integridade da pessoa que escreveu e também de quem, por algum motivo, fez parte da comunicação.
Não dá para brincar com uma coisa dessas, só o fato de compartilhar informações, dependendo com quem for, pode comprometer.
Como não podemos nos responsabilizar pelo comportamento das pessoas, o melhor para não se meter em confusão é:
· Não ajudar a propagar boatos e fofocas.
· Não permitir que escrevam comentários a respeito do seu comportamento nos e-mails que são enviados para o endereço da empresa. Exemplos: “Você mandou mal tomando aquele porre, o pessoal ficou assustado.” ou “ Você só lembra da gente quando tem interesse.”
· Não fale mal das pessoas e não conte o que ouviu, principalmente sobre assuntos relacionados com a empresa para a qual trabalha.
· Não revele seus pensamentos, só aqueles que mostram o quanto você é generoso, gentil e etc.
· Se puder, use o e-mail só para assuntos pontuais. Seja breve e não se exponha.
Lembre-se, o e-mail não tem envelope, não é lacrado e não é sigiloso, portanto, qualquer pessoa pode ler.
O Duda Mendonça tem razão quando diz:
“Comunicação não é o que você diz. É o que os outros entendem.”